Direito Democrático

Uma democracia pressupõe consciência e cidadania

Presidente do Sesc-SP, Abram Szajman, autoriza suspensão da categoria usuário

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Abram Szajman, atual presidente do Sesc-SP autorizou esse ano a suspensão da categoria usuário. Tal categoria foi criada para que permitisse que pessoas pudessem usufruir dos benefícios do Sesc mediante o pagamento de taxa anual. Servia para ampliar a função social do Sesc e permitir que pessoas que não tinham qualquer outra forma de usufruir dos benefícios pudesse utilizá-los.

Neste ano de 2014, sem qualquer comunicado ou explicações para o público, o Sesc-SP decidiu eliminar essa categoria, elitizando o acesso a suas instalações e impedindo que pessoas de fora do comércio usufruíssem das instalações do Sesc.

A partir desse ano apenas pessoas que trabalham no comércio podem utilizar dos benefícios do Sesc. A porta foi fechada para todos os outros que antes eram acolhidos pelo Sesc em um belo gesto de solidariedade e demonstração que buscava cumprir seu papel social.porta_fechada

SESC-SP a porta fechou…

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Written by spreif

July 24, 2014 at 9:33 pm

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Bombing for peace is like fucking for virginity

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Bombardear pela paz é como fuder pela virgindade.

Paradoxos humanos…

 

Written by spreif

April 8, 2012 at 9:52 pm

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Satélite que cairá sobre a Terra

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Todas as expectativas estao voltadas para um satelite que deve cair na Terra. Segundo a agência espacial Nasa, há grande chances que caia sobre a cidade de Brasilia, nao sendo possivel apurar se colidirá com o Congresso ou o Planalto.
O Upper Atmosphere Research Satellite (Satélite de Pesquisa da Alta Atmosfera) é um satélite da Nasa que pesa quase seis toneladas.O suficiente para exterminar os ratos da política.

O satelite Foi colocado em órbita em 1991 pelo ônibus espacial Discovery para estudar a alta taxa de corrupcão no governo brasileiro. Entrou em colapso apos o seu banco de dados superar a capacidade inicialmente prevista de registro de atividades ilegais e inescrupulosas.

‘Grande parte do satélite será destruído ao entrar na atmosfera, mas nem todos os destroços serão queimados’, explicou a Nasa.A Agência Espacial ressaltou que ainda há esperança, afirmando que há grandes chances que antinja o Congresso quase intacto.
Ao contrário do filme Melancholia de Lars Von Triers, no qual o choque de um planeta com a Terra aporta grande Melancolia. A aproximacão do satelite tem sido recebida pelos brasileiros com sentimento de grande esperança.

Written by spreif

September 24, 2011 at 4:50 am

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Como vencer a pobreza e a desigualdade

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‘PÁTRIA MADRASTA VIL’

Clarice Zeitel Vianna Silva

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. ..
Exagero de escassez… Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do
nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a
abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de
responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e
friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo
que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de
MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo,
um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse
que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha
mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro
Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse
educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter
educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade,
pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha
mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e
esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias,
que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não
sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às
vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação
libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que
não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão..
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da
igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo
burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e
alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que
fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa
culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de
dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos,
possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma
mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se
posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado,
justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem
egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de
uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente…
Ou como bicho?

Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que
termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50
mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização
das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por
uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num
livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação
está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.

Written by spreif

May 22, 2011 at 10:47 pm

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Ratolandia

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 Esta é a história de um lugar chamado Ratolandia, que era um lugar onde todos os ratinhos viviam e brincavam, nasciam e morriam. E eles viviam do mesmo que você e eu.

Eles até tinham um governo e a cada quatro anos eles tinham uma eleição. Costumavam ir às urnas e votar. Assim como você e eu. E cada vez que no dia da eleição todos os ratos costumavam a ir às urnas e eleger um governo. Um governo formado por grandes, gordos, gatos pretos.

Agora, se você acha estranho que os ratos elejam um governo formado por gatos, basta olhar para a história do nosso país e quem sabe você verá que eles não eram nada diferentes do que nós.

Não estou dizendo nada contra os gatos. Eles conduziam o governo com dignidade. Aprovavam boas leis – ou seja, leis que eram boas para os gatos. Mas as leis que eram boas para os gatos não eram boas para os ratos. Uma das leis dizia que o buraco da casa dos ratos tinha que ser grande o suficiente para que um gato pudesse alcançar a pata dentro. Outra lei dizia que os ratos poderiam andar apenas em determinadas velocidades – de modo que um gato poderia alcançar um rato e ter o seu café da manhã, sem muito esforço.

Todas as leis eram boas. Para os gatos! Ah, mas como eram duras para os ratos. E a vida foi ficando cada vez mais difícil. E quando os ratos não podiam mais suportar isso, eles decidiram que algo tinha de ser feito a respeito. Então, foram decididos às urnas e botaram os gatos pretos para fora. No lugar deles colocaram os gatos brancos.

Os gatos brancos montaram uma campanha fantástica. Fizeram promessas de campanha e falaram: “Tudo o que essa terra precisa é de mais visão.” Disseram: “O problema daqui são os buracos redondos da casa dos ratos. Se formos eleitos vamos estabelecer buracos quadrados…” E assim eles fizeram, só que as entradas quadradas eram duas vezes tão grandes quanto os buracos redondos, e agora o gato podia colocar as patas dentro sem nenhum problema. E, assim, a vida foi mais dura do que nunca. E quando eles não podiam mais suportar isso, votaram botaram os gatos brancos para fora e colocaram os gatos negros novamente. Depois eles botaram os gatos brancos de novo no poder. Para depois colocar os gatos pretos. Eles até tentaram gatos malhados metade pretos e metade brancos gatos. E chamaram isto de coligação.

Vejam, meus amigos, o problema não era a cor do gato. O problema era que eles eram gatos. E porque eles eram gatos, eles naturalmente cuidavam dos interesses de gatos, em vez do dos ratos.

Atualmente então apareceu um pequeno rato que teve uma ideia. Meus amigos, cuidado com as pessoas com novas ideias. E ele disse aos ratos, “Olha companheiros, por que continuamos a eleger um governo composto de gatos? Por que não eleger um governo formado por ratos?” “Oh,” eles disseram, “ele é um comunista. Prendam-no!”

E assim eles o colocaram na prisão.

Mas quero lembrar-lhe: você pode aprisionar um rato ou um homem, mas você não pode aprisionar uma ideia.

(Adaptação texto de Tommy Douglas de 1944)

Written by spreif

April 11, 2011 at 5:13 pm

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CONTRA O NUCLEAR no dia 26 de ABRIL de 2011

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aqui , lá, em todos os lugares

                No dia 26 de abril de 2011 o desastre de Tchernobyl completará 25 anos. A “comemoração” não poderia ser mais trágica: de um lado, uma nova tragédia, o acidente de Fukushima no Japão; de outro lado, o fato de que o antigo desastre ainda não terminou. Nada há a comemorar, pois as consequências da tragédia de Tchernobyl ainda são sentidas. Até hoje, o governo da Ucrânia não construiu uma barreira definitiva de isolamento do reator radioativo. Ele corrói a cada dia mais o sarcófago provisório ao seu redor e já ameaça contaminar o lençol freático da região.

                E esse não é um caso isolado. Conforme a listagem da rede francesa “Sair do nuclear”, desde 2008 presenciamos inúmeros acidentes nucleares em todo o mundo. Para citar apenas alguns exemplos, poderíamos lembrar os casos da Bélgica, da Espanha (mais de 50 acidentes nos últimos cinco anos, destacadamente nas centrais de Vandellos II e de Asco I), da Alemanha, da Áustria (nos laboratórios da Agência Internacional de Energia Atômica), da Ucrânia (central nuclear de Rivné), da Eslovênia (central de Krsko) e da França (FBFC-Areva, EDF do Tricastin, entre outros). Há, além disso, outros acidentes históricos, como o caso da cidade de Rondônia, no Brasil.

                Então por que continuar com a energia nuclear? Não há uma resposta razoável para essa questão, já que inúmeros estudos e experiências em diversos países demonstram a possibilidade de substituição dessa matriz energética. Na verdade, em termos mundiais, o nuclear satisfaz a apenas 2,4% da consumação global de energia. No entanto, para produzir esse pequeníssimo valor, cotidianamente ele coloca em risco a saúde da humanidade.

                Por que sair do nuclear? Porque ele é perigoso à saúde; porque o nuclear nunca será “risco zero” e enquanto houver riscos haverá catástrofes que poderão ser fatais; porque o nuclear é ultra-poluente, produzindo toneladas de dejetos radioativos que não têm tratamento e tampouco onde serem jogados; porque ele permite o desenvolvimento e a proliferação de armas atômicas; porque ele engole investimentos públicos milionários que deveriam ser realocados para pesquisas de mais alternativas duráveis ou para projetos sociais; porque nunca fomos consultados se estávamos de acordo com os interesses governistas quando eles decidiram implantar o nuclear, colocando em risco nossas vidas.

                Sair do nuclear é possível. Mas é, sobretudo, necessário!

                Enquanto houver UM país do mundo com energia nuclear todo o planeta estará em risco. O nuclear ameaça toda a humanidade, sem distinção de nacionalidade, religião ou sexo. Diante disso, fazemos um chamado para que todos os indivíduos e grupos do planeta preocupados nos manifestemos juntos. Com debates, passeatas e protestos, manifestações alternativas, outras formas… Não importa como. Cada um(@) a seu jeito, segundo suas possibilidades locais. Mas junt@as contra o problema global do nuclear no dia 26 de abril de 2011, data de aniversario da tragédia de Tchernobyl, renovada pela tragédia de Fukushima.

Para que elas nunca mais se repitam! 

Written by spreif

April 10, 2011 at 7:11 pm

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Não a parceria público privada

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Espoliação do Estado e de todo o povo!

Estado entra com todo o investimento e particular somente com o lucro. Não a parceria público privada

Written by spreif

March 29, 2011 at 3:33 pm

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